Leilão Dezembro 2017

Arte Sacra, Mobiliário, Pratas e Ouro, Porcelanas, Faianças, Pintura, Biblioteca, Vinhos e Objectos de Coleccionismo.

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Horários

Exposição
Dias 7, 8 e 9 de Dezembro das 15:00/20:00 - 21:00/24:00
Dia 10 de Dezembro das 15:00/20:00
Leilão
1ª Sessão 12 de Dezembro 2017 ás 21:00 Lotes (0001-0405) 
2ª Sessão 13 de Dezembro 2017 ás 21:00 Lotes (0406-0810)
3ª Sessão 14 de Dezembro 2017 ás 21:00 Lotes (0811-1215)
 
  • Leilao
  Lote Descricao Categoria Preco Base
0102.3
Lote 0886

DOIS FLÛTES DE CHAMPAGNE COMEMORATIVOS AO “MILLENNIUM 2000”

Em cristal translucido moldado, lapidado e facetado, fabrico da “Atlantis”, trabalho do séc. XX. Corpos lapidados com inscrição “Millennium - 2000”. Fustes facetados com término em base circular. Marcados a ácido na base [Atlantis]. Sinais de uso.

Alt: 23,3 cm

 

Vidros e Cristais 25,0 €
0390.3
Lote 0419

DECANTER

Em cristal translúcido, moldado, lapidado e facetado, trabalho europeu do séc. XX. Corpo decorado com enrolamentos vegetalistas estilizados, formando um desenho repetitivo. Rolha facetada de formato esférico. Sinais de uso.

Alt: 32 cm

Vidros e Cristais 20,0 €
0436.3
Lote 0016

DECANTER

Em cristal translúcido moldado, facetado e lapidado, trabalho europeu do séc. XX. Corpo de formato paralelepipédico ao alto, decorado por faixa geométrica concêntrica, formando um desenho repetitivo. Sinais de uso. Rolha facetada de formato esférico. Sinais de uso.

Alt: 23 cm

 

Vidros e Cristais 20,0 €
0723.3
Lote 0034

DECANTER

Em cristal moldado, facetado e lapidado, trabalho europeu do séc. XX. Corpo de formato bojudo, decorado por faixa concêntrica de motivos geométricos e caneladuras verticais, formando um desenho repetitivo. Rolha de formato esférico. Sinais de uso.

Alt: 32,5 cm 

Vidros e Cristais 20,0 €
0753.3
Lote 0487

PAR DE GARRAFAS LICOREIRAS

Em vidro translucido moldado, lapidado e facetado, trabalhos portugueses do séc. XX. Corpos bojudos, decorados por caneladuras concêntricas lapidadas de formato ovalado, encimadas por enrolamentos vegetalistas estilizados, formando um desenho repetitivo. Rolhas lapidadas e facetadas de formato esférico. Sinais de uso e pequenas esbeiçadelas numa das rolhas.

Alt: 33,5 cm

 

Vidros e Cristais 25,0 €
1073.4
Lote 0348

DAUM NANCY – BANDEJA COM NOVE TAÇAS PARA GELADO

Em vidro moldado, trabalho francês do séc. XX. Bandeja de formato circular de bordo ondulado, decorada ao centro por caneladuras verticais, formando um desenho geométrico repetitivo. Taças de formato bojudo, decoradas interiormente por caneladuras verticais de movimento côncavo, formando um desenho gomado repetitivo, assentes sobre bases circulares. Bandeja e taças marcadas na base [Daum Nancy]. Sinais de uso e ínfimas esbeiçadelas no bordo de algumas taças.

Diâm: 35 cm (Bandeja)

Alt: 3,5 cm (Bandeja)

Alt: 5,3 cm (Taça para gelado)

Vidros e Cristais 100,0 €
0033.3
Lote 0722

TAPETE

Fabrico manual em fio de lã, trabalho do segundo quartel do séc. XX. Corpo de formato rectangular, decorado em tons de castanho, beije, azul, rosa e preto com motivos de arranjos florais, faixas geométricas, volutas e motivos estilizados, formando um desenho repetitivo. Sinais de uso e em bom estado de conservação.

Dim: 191x121 cm

 

Tapeçarias 100,0 €
0714.3
Lote 0751

TAPETE DE ARRAIOLOS

Em fio de lã, trabalho português do séc. XX. Decoração em tons de verde e rosa sobre fundo beije com medalhões interligados entre si, ornados interiormente com motivos florais, formando um desenho repetitivo. Faixa decorada com motivos florais e enrolamentos vegetalistas estilizados, rematada nas extremidades por franja. Sinais de uso e em bom estado de conservação.

Dim: 181,5x148,5 cm

 

Tapeçarias 100,0 €
0401.3
Lote 0437

PENDENTE

Em prata oxidada com aplicações em ouro com as respectivas marcas de garantia do toque 800, trabalho do séc. XX-XXI. Corpo recortado em forma de cartela, tendo ao centro uma pedra lapidada em tons de vermelho, encimada por duas estrelas, ornadas por pedraria em tons de amarelo com término em argola de suspensão. Sinais de uso.

Contraste: Águia 925 - Vidal Nº 4107. Marca de garantia da prata do toque de 0,925, aplicada em artefactos pequenos, usada na contrastaria do Porto desde 1985. Uma cabeça de águia voltada para a esquerda, tendo na base o número 925. Cabeça de veado - Vidal Nº 4093. Marca de garantia do ouro do toque 0,800, usada na contrastaria do Porto desde 1985. Uma cabeça de veado, voltada para o lado esquerdo, tendo na base o número 800.  Marca de Ourives - Vidal Nº 2999 de Rosas de Portugal, Ld.ª de Gondomar, registada em 1947. Esta marca transitou de Domingos Martins Ferreira, tendo sido registada inicialmente em 1901 com a letra [D] em cuja série se encontra no Nº 1610.

Peso total aprox: 11,3 gr.

Dim: 4,5x4,1 cm

Prata 25,0 €
0470.3
Lote 0778

LEITEIRA

Em prata portuguesa, trabalho do séc. XX. Corpo de formato bojudo, decorado por faixas verticais parcialmente espiraladas, assente sobre pés em forma de folha com términos em enrolamento. Pega lateral em madeira patinada a negro, recortada e vazada em voluta. Sinais de uso.

Contraste: Águia 833 - Vidal Nº 49. Marca de garantia da prata do toque 0,833, usada na contrastaria do Porto de 1938-1984. Marca de Ourives do Porto - Vidal Nº 3999 de Nogueira & Santos, registada em 1953, transferida em 1967 para Nogueira & Santos, Ld.ª, e cancelada em 1975.

Peso aprox: 413,1 gr.

Alt: 13,8 cm

Prata 150,0 €
0471.3
Lote 0735

BULE DE CHÁ

Em prata portuguesa, trabalho do séc. XX. Corpo de formato bojudo, decorado por faixas verticais parcialmente espiraladas, assente sobre pés em forma de folha com términos em enrolamento. Pega lateral em madeira patinada a negro, recortada e vazada em voluta. Tampa repuxada com a mesma decoração com pomo em forma de fruto. Sinais de uso.

Contraste: Águia 833 - Vidal Nº 49. Marca de garantia da prata do toque 0,833, usada na contrastaria do Porto de 1938-1984. Marca de Ourives do Porto - Vidal Nº 3999 de Nogueira & Santos, registada em 1953, transferida em 1967 para Nogueira & Santos, Ld.ª, e cancelada em 1975 e inscrição incisa “Sarmento”.

Peso aprox: 918,3 gr.

Alt: 22,5 cm

Prata 320,0 €
0680.3
Lote 0653

SALVA DE BORDO RECORTADO

Em prata portuguesa, trabalho do séc. XIX-XX. Corpo de formato circular de covo acentuado com fundo moldurado. Aba decorada por pés de cerejas e peras em relevo, ladeadas por volutas com término em bordo recortado em forma de tronco. Sinais de uso.

Contraste: Javali (II) - Vidal Nº 73. Marca de garantia aproximada da prata do toque 0,833, usada na contrastaria do Porto de 1887-1937. Marca de Ourives do Porto - Vidal Nº 1262 de António Alves Pacheco, registada em 1932, transferida para a viúva de António Alves Pacheco em 1963 e cancelada em 1978.

Peso aprox: 484,7 gr.

Alt: 4 cm

Diâm: 31,5 cm

Prata 240,0 €
0693.3
Lote 0754

JARRO E BACIA

Em prata portuguesa, trabalho do séc. XIX. Bacia de formato circular de covo acentuado, decorada por caneladuras verticais de movimento côncavo, encimadas por faixa concêntrica com motivos florais e enrolamentos vegetalistas, assente sobre base circular moldurada. Jarro de formato bojudo, decorado por caneladuras verticais de movimento convexo, encimado por faixa concêntrica com motivos florais e enrolamentos vegetalistas, assente sobre base moldurada com a mesma decoração. Pega lateral recortada e vazada em voluta, encimada no topo por faixa vegetalista. Sinais de uso e pequenas amolgadelas na aba da bacia e no bocal do jarro.

Contraste: Porto Coroa - Vidal Nº 102. Marca da prata do contraste do Porto do toque mínimo de 0,750, de Caetano Rodrigues de Araújo, registada em 1853 e usada segundo Laurindo Costa até 1861. Marca de Ourives do Porto - Vidal Nº 1096 de José Marques Guedes, registada em 1856 na Câmara Municipal do Porto.

Peso aprox: 2.191 gr.

Alt: 29,5 cm (Jarro)

Alt: 11 cm (Bacia)

Diâm: 32,3 cm (Bacia)

Dim: 32,5 cm (Altura total da jarro e bacia)

Prata 2.200,0 €
0696.3
Lote 0757

GALHETEIRO ESPECIEIRO

Em prata portuguesa, trabalho do séc. XIX-XX. Base parcialmente lisa de formato rectangular, decorada por faixa concêntrica perolada, encimada por estrutura tubular, decorada na frente e verso com medalhões recortados, decorados com enrolamentos vegetalistas e volutas em relevo, assente sobre pés esféricos. Base compartimentada com duas galhetas, dois polvilhadores e uma mostardeira em vidro translucido moldado e lapidado com aros e tampas em prata. Pega tubular recortada e vazada com términos em enrolamento com apoios laterais para as rolhas das respectivas galhetas. Sinais de uso, recipiente do polvilhador partido e rolha omissa de umas das galhetas.

Contraste: Javali (II) - Vidal Nº 73. Marca de garantia aproximada da prata do toque 0,833, usada na contrastaria do Porto de 1887-1937. Marca de Ourives do Porto - Vidal Nº 2350 de João Rodrigues da Costa, registada em 1920, transferida para a respectiva viúva em 1936 e já cancelada.

Peso aprox: 600 gr.

Dim: 36,5x54x13,2 cm

Prata 450,0 €
0699.3
Lote 0694

SALVA DE BORDO RECORTADO

Em prata portuguesa, trabalho do séc. XX. Corpo de formato circular de fundo liso. Aba decorada por faixa concêntrica com caneladuras de movimento convexo, intercaladas por concheados e motivos de arranjos florais, encimados por volutas interligadas por perolados. Sinais de uso.

Contraste: Águia 833 - Vidal Nº 49. Marca de garantia da prata do toque 0,800, usada na contrastaria do Porto de 1938-1984. Marca de Ourives do Porto - Vidal Nº 1379 de António Alberto Ferreira, registada em 1947 e cancelada em 1975.

Peso aprox: 327 gr.

Diâm: 32,2 cm

 

Prata 160,0 €
0700.3
Lote 0284

DOZE COLHERES DE SOPA E SETE GARFOS

Em prata portuguesa, trabalhos do séc. XVIII-XIX. Corpos decorados por caneladuras em degradê, ladeados por enrolamentos vegetalistas com término em cartela oval. Sinais uso, desgaste acentuado em algumas marcas de garantia em alguns talheres.

Contrastes: Lisboa coroa - Vidal Nº 43 e 44. Marca da prata do contraste de Lisboa do toque mínimo de 0,750 de Joaquim Miguel Gonzaga da Costa da segunda metade do séc. XIX. Marcas de Ourives de Lisboa [Fernando Moitinho de Almeida L-509, atribuível a Vitalino César de Jesus citado em 1887 e L-502 atribuível a Tomás José dos Santos citado em 1887]. Guimarães coroa - Vidal Nº 189. Marca da prata do contraste de Guimarães do toque mínimo de 0,750, registada em 1791 e ainda em uso em 1796.

Peso aprox: 1.088,8 gr.

Dim: 18,5 cm (Colher de sopa)

Dim: 18 cm (Garfos)

Prata 500,0 €
0701.3
Lote 0290

OITO GARFOS E SEIS FACAS DE PEIXE

Em prata portuguesa, trabalhos do séc. XX. Corpos percorridos por caneladuras recortadas, formando um desenho gomado repetitivo, decorados ao centro com enrolamentos vegetalistas, encimados por cartela oval. Sinais de uso.

Contraste: Águia 833 - Vidal Nº 65. Marca de garantia da prata do toque de 0,833, usada na contrastaria do Porto de 1938-1984, nos objectos de pequenas dimensões. Marca de Ourives da Póvoa de Varzim - Vidal Nº 1156 de Alfredo Joaquim Correia, registada em 1920 e cancelada em 1979.

Peso aprox: 644,6 gr.

Dim: 16,5 cm (Garfos de peixe)

Dim: 19,5 cm (Facas de peixe)

Prata 300,0 €
0848.3
Lote 0241

PAR DE CASTIÇAIS

Em prata portuguesa, trabalho do séc. XX. Fuste em forma de balaústre com dois braços recortados em voluta, decorados com enrolamentos vegetalistas, encimados por arandelas e copos que servem de apoio às velas. Base repuxada ao centro, decorada por caneladuras verticais de formato convexo, intercaladas por motivos florais, ladeadas por faixa recortada, ornada com volutas intercaladas por concheados e enrolamentos vegetalistas. Sinais de uso e bordo exterior do copo central com pequena amolgadela.

Contraste: Águia 833 - Vidal Nº 49. Marca de garantia da prata do toque 0,833, usada na contrastaria do Porto de 1938-1984.

Peso aprox: 1.291,4 gr.

Alt: 22,5 cm

Prata 520,0 €
0949.3
Lote 0211

JARRA DE BORDO RECORTADO

Em prata portuguesa, trabalho do séc. XIX-XX. Corpo de formato bojudo, decorado por caneladuras verticais e reservas recortadas, encimadas na frente e verso por medalhões com términos em laçarotes, ladeados por faixas recortadas com motivos florais e volutas em relevo, assente sobre pés de enrolamento, ornados com enrolamentos vegetalistas. Sinais de uso.

Contraste: Javali (II) - Vidal Nº 73. Marca de garantia aproximada da prata do toque 0,833, usada na contrastaria do Porto de 1887-1937. Marca de Ourives do Porto - Vidal Nº 1437 de Almeida Miranda & Filho, registada em 1909 e cancelada em 1921 e inscrição gravada [Miranda & Filho].

Peso aprox: 416,3 gr.

Alt: 29,1 cm 

Prata 200,0 €
0955.3
Lote 0150

FOSFOREIRA

Em prata inglesa sem as respectivas marcas da contrastaria, trabalho do séc. XX. Corpo recortado em forma de caixa de formato rectangular ao alto com tampa de movimento ascendente e descente com extremidade canelada na base. Decoração na frente e verso com figura feminina desnuda abraçada por anjo, ladeados por peixes e dragões alados, enrolamentos, cartela, concheado e volutas. Inscrição gravada no aro [Sterling].Sinais de uso.

Sem marcas da contrastaria - Ao abrigo do decreto de lei Nº 44 de 17 de Agosto de 2016.

Peso aprox: 41,2 gr.

Dim: 6,7x4,3x1 cm

Prata 50,0 €
0970.3
Lote 0768

PARTE DE SERVIÇO DE CHÁ E DE CAFÉ

Em prata portuguesa, trabalhos do séc. XIX-XX. Esta parte de serviço é constituída pelas seguintes peças: Cafeteira, bule de chá e açucareiro. Corpo de formato elíptico, decorados por caneladuras verticais de movimento convexo, formando um desenho gomado repetitivo, assente sobre bases ovais. Bicos em colo de cisne com a mesma decoração. Pegas recortadas em madeira de pau-santo e pomos em forma de urna com términos esféricos.

Sinais de uso e leiteira omissa.

Contraste: Javali (II) - Vidal Nº 73. Marca de garantia aproximada da prata do toque 0,833, usada na contrastaria do Porto de 1887-1937. Marca de Ourives do Porto - Vidal Nº 1941 de João Joaquim Monteiro, registada em 1887, transferida para Monteiro & Filhos em 1949, sendo substituída a letra J por M e para Monteiro & Filhos Ld.ª, em 1969 e cancelada em 1969. (Marca Nº 2896) e inscrição incisa “Monteiro & Filhos - Porto”.

Peso total aprox: 1.860,9 gr.

Alt: 22,5 cm (Cafeteira)

Alt: 21 cm (Leiteira)

Alt: 17 cm (Açucareiro)

 

Prata 650,0 €
1012.5
Lote 0910

SALVA DE BORDO RECORTADO

Em prata portuguesa, trabalho do séc. XX. Corpo de formato circular com fundo liso de covo pouco acentuado. Aba decorada por faixa concêntrica recortada com motivos florais em relevo, ladeados por enrolamentos vegetalistas e volutas sobre fundo gravado com enrolamentos estilizados.

Sinais de uso.

Contraste: Águia 833 - Vidal Nº 49. Marca de garantia da prata do toque 0,833, usada na contrastaria do Porto de 1938-1984. Marca de Ourives do Porto - Vidal Nº 1397 de António José Ferreira, registada em 1948 encelada em 1949.

Peso Aprox: 195,2 gr.

Diâm: 24,8 cm

 

Prata 75,0 €
1032.5
Lote 0369

SEIS SALVAS DE BORDO RECORTADO

Em prata portuguesa, trabalhos do séc. XX e XX-XXI. Corpos de diversos tamanhos, decorados nas abas com motivos de arranjos florais em relevo, frutos, concheados, enrolamentos vegetalistas, volutas e inscrição “Bodas de ouro - 50 Anos”. Sinais de uso.

Contraste: Águia 833 - Vidal Nº 49. Marca de garantia da prata do toque de 0,833, usada na contrastaria do Porto de 1938-1984. Contraste: Águia 835 - Vidal Nº 4105. Marca de garantia da prata do toque 0,835, aplicada em artefactos grandes, usada na contrastaria do Porto desde 1985. Uma águia voltada para a direita, tendo na base o número 835. Contraste: Águia 925 - Vidal Nº 4103. Marca de garantia da prata do toque 0,925, aplicada em artefactos grandes, usada na contrastaria do Porto desde 1985. Uma águia voltada para a esquerda, tendo na base o número 925.

Peso total aprox: 498,4 gr.

Diâm: 25,6 cm (Salva maior)

Diâm: 15,5 cm (Salva menor)

Prata 200,0 €
1119.3
Lote 0336

BULE

Em prata portuguesa, trabalho do séc. XX. Corpo parcialmente liso de formato bojudo, decorado por faixa concêntrica com motivos florais em relevo, intercalados por caneladuras verticais de movimento convexo, encimadas por moldura em degradê. Tampa repuxada, decorada com folhagens, intercalada por motivos florais. Pomo da tampa semiesférico com pega lateral recortada e vazada em voluta. Sinais de uso.

Contraste: Águia 833 - Vidal Nº 49. Marca de garantia da prata do toque 0,833, usada na contrastaria do Porto de 1937-1984.

Peso aprox: 447,4 gr.

Alt:17,5 cm

 

Prata 180,0 €
0124.3
Lote 0643

TÊTE-À-TÊTE

Em porcelana moldada e relevada, trabalho europeu do séc. XIX-XX. Este tête-à-tête é constituído pelas seguintes peças que passamos a descrever: Um (1) tabuleiro recortado, um (1) bule de chá, um (1) açucareiro, uma (1) leiteira, duas (2) chávenas de chá com os respectivos pires. Decoração policroma em vários tons sobre fundo branco, representando paisagem fluvial com motivos florais, enrolamentos vegetalistas, borboletas, ramagens encimadas por aves e complementos a ouro, pintado á mão. Sem marca. Sinais de uso.

Dim: 32,8x40,5 cm (Tabuleiro)

Alt: 15 cm (Bule de chá)

Alt: 13 cm (Açucareiro)

Alt: 10 cm (Leiteira)

Alt: 7 cm (Chávena de chá com pires)

Porcelana 75,0 €
0480.3
Lote 0149

ESCULTURA TENTILHÃO

Em porcelana desvidrada e polida (biscuit), moldada e relevada da fábrica da Vista Alegre, trabalho do séc. XX. Escultura representando pássaro em vulto perfeito sobre tronco em posição de observação. Sem decoração. Marca incisa na base. Sinais de uso.

Marca Nº 34 em uso 1968-1971.

Alt: 10,5 cm

 

Porcelana 40,0 €
0728.3
Lote 0496

DOIS CACHEPÔS

Em porcelana moldada e relevada da fábrica da Vista Alegre, trabalhos do séc. XX. Corpos de formato tubular, decorados em vários tons sobre fundo branco com motivos de arranjos florais, enrolamentos vegetalistas e faixas concêntricas a ouro. Um dos cachepôs com pegas laterais recortadas em voluta. Marca por carimbo na base. Sinais de uso.

Marca Nº 32 em uso 1947-1968.

Alt: 15,5 cm (Cachepô maior)

Alt: 13,1 cm (Cachepô menor)

Porcelana 40,0 €
0755.3
Lote 0262

INVULGAR ALFINETEIRA “GATO”

Em porcelana moldada e relevada, fabrico possivelmente português, trabalho do séc. XX. A figura está representada de pé em vulto perfeito de pélo erriçado e em posição de ataque. Cabeça almofadada em veludo em tons de amarelo. Decoração policroma em vários tons sobre fundo branco e negro. Sinais de uso.

Dim: 6,7x7,2x3 cm

 

Porcelana 75,0 €
1091.3
Lote 0147

JARRA ADAPTADA A CANDEEIRO DE MESA

Em porcelana chinesa, trabalho do séc. XX. Corpo de formato bojudo, decorado sobre vidrado com ricos esmaltes em vários tons sobre fundo branco com motivo de arranjo floral, enrolamentos vegetalistas encimados por aves, faixa concêntrica com volutas e padrões geométricos, formando um desenho repetitivo. Base em madeira recortada, vazada e patinada. Electrificado. Sinais de uso.

Dim: 35,5 cm (Altura total)

Porcelana 30,0 €
1208.1
Lote 0525

QUATRO PRATOS DA VISTA ALEGRE

PRATO DECORATIVO” – Em porcelana moldada e relevada, trabalho do séc. XIX-XX. Corpo de formato circular de covo pouco acentuado, decorado na aba por faixas oblíquas, decoradas ao centro por motivos florais, debruadas por frisos perolados, ladeados por enrolamentos vegetalistas e motivos de arranjos florais. Marcado na base.

Marca Nº 20 em uso 1870-1880.

Diâm: 24 cm

 

PRATO COMEMORATIVO” – Em porcelana moldada, trabalho do séc. XX. Decoração estampilhada em tons de castanho sobre fundo branco, tendo ao centro o Padre Grilo, ladeado por duas crianças e inscrição base “Flores” do Padre Grilo e a inscrição P. Peixe // 1978. Verso com inscrição [1959-1979 - Vigésimo Aniversário da aprovação dos estatutos - Obra do Padre Grilo - 4450 - Matosinhos]. Sinais de uso.

Marca Nº 34 em uso 1971-1980.

Diâm: 25 cm

 

PRATO LADEIRO PUBLICITÁRIO” – Em porcelana moldada e relevada, trabalho do séc. XX. Decoração estampilhada e policroma em vários tons sobre fundo branco, tendo ao centro o logótipo da Real Companhia Velha, ladeada por friso concêntrico a ouro. Marca por carimbo na base e inscrição “As Porcelanas de Aveiro Ld.ª”. Sinais de uso, desgaste na policromia e pequenas esbeiçadelas no bordo.

Marca Nº 33 em uso 1968-1971.

Diâm: 26 cm

 

PRATO DECORATIVO” – Em porcelana moldada e relevada, trabalho do séc. XX. Corpo de formato circular de covo acentuado, decorado em vários tons sobre fundo branco, tendo ao centro uma truta, ladeada por frisos concêntricos a ouro mate. Marca por carimbo na base. Sinais de uso e esbeiçadela no bordo interior.

Marca Nº 32 em uso 1947-1968.

Diâm: 23,5 cm

 

Porcelana 20,0 €
0184.3
Lote 0038

ESCOLA PORTUGUESA (SÉC. XX)

NATUREZA MORTA” – Óleo sobre tela colada em platex, representando jarra com arranjo floral, ladeada por prato em cerâmica. Obra assinada no canto inferior esquerdo [E. VIOR]. Trabalho com algumas faltas e defeitos na camada pictórica da pintura. Emoldurada.

Dim: 68,5x49,5 cm (Óleo)

Dim: 87x68,2 cm (Moldura)

Pintura 35,0 €
0705.3
Lote 0706

MIGUEL LEVY LIMA (1957)

BELÉM-LISBOA” – Aguarela sobre papel, representando em primeiro plano o Padrão dos Descobrimentos, isolado e destacado no paredão à beira do Tejo, Monumento aos Navegantes, que evoca a expansão ultramarina portuguesa, sintetiza um passado glorioso e simboliza a grandeza da obra do Infante D. Henrique, o impulsionador das descobertas. Em segundo plano o Mosteiro dos Jerónimos, monumento classificado como “Património Cultural de toda a Humanidade”. Obra assinada na parte inferior lateral esquerda. Verso com o curriculum do artista (colado) e a seguinte inscrição: “CAMINHO NA LUZ” // AGUARELA - 75X40 cm // AG-2002 e por baixo a assinatura do pintor. Trabalho com moldura em madeira prateada e friso central em tons de azul. Aguarela em bom estado de conservação.

Dim: 40,5x75 cm (Aguarela)

Dim: 73,2x107,5 cm (Moldura)

 

Nota: David Levy Lima – Nasceu em 1945, em Santo Antão, Cabo Verde. Pintor autodidacta, desde 1972, participa em diversas exposições individuais em Portugal, Cabo Verde e em vários países Europeus. Foi distinguido em 1997 com o Prémio “Jaime de Figueiredo” concedido pelo Ministério da Educação e Cultura e obteve uma Menção Honrosa na Galeria de Arte do Casino Estoril, na Exposição “Paisagem Portuguesa/Terras e Regiões; foi condecorado com a “Medalha do Vulcão (1ª Classe) da Presidência da República de Cabo Verde, por ocasião do 25º Aniversário da Independência Nacional. Está representado em diversos Museus, colecções particulares e Organismos Oficiais.

 

Pintura 200,0 €
0718.3
Lote 0277

LAURA CESANA (SÉC. XX-XXI)

FELICIDADE” – Técnica mista sobre papel, assinada no canto inferior direito [Laura Cesana]. Obra com a inscrição no verso [TITULO: “FELICIDADE” // LAURA CESANA // 50X 35 CM // TEC. MISTA]. Trabalho emoldurado.

Dim: 50x35 cm (Técnica mista)

Dim: 56,8x41,7 cm (Moldura)

 

Nota: Nasceu em Roma, passou a infância nos Estados Unidos e vive e trabalha em Lisboa há muitos anos. Licenciada pela Universidade de Roma, obteve o Bacharelato na Escola Superior de Educação pela Arte de Lisboa, tendo feito, posteriormente, o Mestrado em Educação na Boston University. Estudou pintura, gravura e desenho no Brasil, gravura no Temple University em Roma e Desenho no Art Student’s League de Nova Iorque. Tem ilustrado livros e artigos. Teve mais de 80 exposições individuais em Portugal, Itália, Luxemburgo, Paris, Brasil, Hong-Kong, Macau, EUA, entre outros e participou em mais 100 exposições colectivas. Recentemente foi publicado o estudo da sua autoria Vestígios Hebraicos em Portugal – viagem de uma pintora, uma edição bilingue. Representada em Museus Nacionais, Internacionais e em colecções particulares.

 

Pintura 100,0 €
0783.3
Lote 0372

ANTÓNIO SAMPAIO (1916-1994)

VALE DE GONDARÉM” – Aguarela sobre papel, representando paisagem campestre com montes, campos de cultivo, casarios e arvoredo exuberante. Obra assinada e datada no canto inferior direito [A. Sampaio 81]. Verso com etiqueta da exposição realizada na Cooperativa Árvore, com a seguinte inscrição: [Autor: António Sampaio // Título: Gondarém // Preço de venda: 35.000$00]. Aguarela com leves picos de acidez, com mais incidência na parte superior da obra. Trabalho emoldurado e a necessitar de substituir o passe-partout, devido a ser encontrar com bastante oxidação.

Dim: 31,3x43,4 cm (Aguarela)

Dim: 48,9x60,2 cm

 

Nota: António de Assumpção Sampaio – Pintor e professor, nasceu em Vila Nova de Gaia, a 19 de Agosto de 1916 e faleceu em Vila Nova de Cerveira a 27 de Março de 1994. Durante a infância, António Sampaio frequentou a "Escola das Palhacinhas", situada na Rua Direita, em Vila Nova de Gaia (1923-1927) e também estudou no Colégio Universal (1928-1929), no Porto. Aos 14 anos e sem os seus pais saberem, inscreve-se na Escola de Belas Artes do Porto no curso de Pintura e aí conhece e convive com Abel Moura, Guilherme Camarinha, Januário Godinho, Fernando Távora, Nadir Afonso, Dominguez Alvarez. Em 1932 inscreve-se no Curso Especial de Pintura da Escola Superior de Belas-Artes do Porto findo o qual, inscreve-se no Curso Superior de Pintura (1937-1944). Foi discípulo de Joaquim Lopes, Dórdio Gomes, André Lhote e Ducos de la Haille, tendo feito parte dos seus estudos em França. Participou em exposições desde 1941, tendo realizado obras a óleo, aguarela, têmpera e giz. Foi galardoado com os prémios Armando Basto (1947); prémio Marques de Oliveira (1950); prémio Henrique Pousão (1952); e prémio António Carneiro (1954). António Sampaio, durante 13 anos foi professor na Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis, no Porto. Está representado no Museu Soares dos Reis, Museu Abade de Baçal, Museu de Amarante, Museu da Guarda, Museu de Ovar, Turismo de Matosinhos e em várias colecções e galerias particulares portuguesas, espanholas, francesas, holandesas, dinamarquesas, norueguesas, americanas, inglesas e brasileiras. Ref. Biog.Dicionário de Pintores e Escultores Portugueses. [pág. 121] // Michael Tannock. [pág.149-150].

 

Pintura 200,0 €
1134.3
Lote 0396

JOSÉ DE GUIMARÃES (1939)

SEM TÍTULO”– Guache a cores sobre papel marouflé, assinado no canto inferior direito [José de Guimarães]. Obra em excelente estado de conservação. Trabalho emoldurado.

Dim: 31,5x25,5 cm (Guache)

Dim: 45x36 cm (Moldura)

 

Nota: José Maria Fernandes Marques, também conhecido pelo pseudónimo José de Guimarães – Pintor e escultor, nasceu em Guimarães a 25 de Novembro de 1939. Realizou os seus estudos elementares na cidade de Guimarães, tendo completado o ensino secundário na cidade de Braga.

Ingressou na Academia Militar e no curso de Engenharia na Universidade Técnica de Lisboa em 1957. Iniciou a sua formação artística no ano seguinte assistindo a aulas de pintura com Teresa Sousa e Gil Teixeira Lopes e estudando gravura na Sociedade Cooperativa de Gravadores Portugueses. Entre 1961 e 1966, viajou pela Europa, conhecendo de perto a obra de antigos mestres (entre os quais Rubens) e concluiu a licenciatura de Engenharia. A sua carreira "definir-se-ia pela descoberta de regiões distantes e incomuns, de África ao Japão, do México à China. Cada uma destas culturas estimulou-o a desenvolver uma linguagem universal e a transmitir um universo imaginário que, afinal, reaviva a memória da própria História portuguesa, feita de enriquecedoras relações com países longínquos. José de Guimarães é considerado um dos principais artistas plásticos portugueses de Arte Contemporânea, tendo uma vasta e notável obra na pintura, escultura e outras actividades criativas, o que faz com que seja dos mais galardoados artistas plásticos Portugueses. Muitas das suas obras estão expostas em diversos museus Europeus, bem como nos Estados Unidos da América, Brasil, Canadá, Israel e até no Japão. Mais recentemente, em Portugal, José de Guimarães teve um forte envolvimento com a Capital Europeia da Cultura, em Guimarães, que viu nascer o Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG), integrado na Plataforma das Artes e da Criatividade. A própria Imprensa Nacional-Casa da Moeda, assinalou a Capital Europeia da Cultura através da cunhagem de uma moeda comemorativa da autoria do artista plástico. Já em 1990 foi-lhe concedido pelo então Presidente da República Portuguesa, Mário Soares, o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique. Ref. Biog. Dicionário de Pintores e Escultores Portugueses. [pág. 99-100-101] // Michael Tannock. [pág. 102].

 

Pintura 4.150,0 €
1135.3
Lote 0779

JOSÉ DE GUIMARÃES (1939)

SEM TÍTULO”– Guache a cores sobre papel marouflé, representando figura feminina em tons de azul, decorada com motivos circulares, sobre fundo laranja. Obra assinada no canto inferior direito [José de Guimarães]. Trabalho emoldurado e em excelente estado de conservação

Dim: 34x25,5 cm (Guache)

Dim: 45x36 cm (Moldura)

 

Nota: José Maria Fernandes Marques, também conhecido pelo pseudónimo José de Guimarães – Pintor e escultor, nasceu em Guimarães a 25 de Novembro de 1939. Realizou os seus estudos elementares na cidade de Guimarães, tendo completado o ensino secundário na cidade de Braga.

Ingressou na Academia Militar e no curso de Engenharia na Universidade Técnica de Lisboa em 1957. Iniciou a sua formação artística no ano seguinte assistindo a aulas de pintura com Teresa Sousa e Gil Teixeira Lopes e estudando gravura na Sociedade Cooperativa de Gravadores Portugueses. Entre 1961 e 1966, viajou pela Europa, conhecendo de perto a obra de antigos mestres (entre os quais Rubens) e concluiu a licenciatura de Engenharia. A sua carreira "definir-se-ia pela descoberta de regiões distantes e incomuns, de África ao Japão, do México à China. Cada uma destas culturas estimulou-o a desenvolver uma linguagem universal e a transmitir um universo imaginário que, afinal, reaviva a memória da própria História portuguesa, feita de enriquecedoras relações com países longínquos. José de Guimarães é considerado um dos principais artistas plásticos portugueses de Arte Contemporânea, tendo uma vasta e notável obra na pintura, escultura e outras actividades criativas, o que faz com que seja dos mais galardoados artistas plásticos Portugueses. Muitas das suas obras estão expostas em diversos museus Europeus, bem como nos Estados Unidos da América, Brasil, Canadá, Israel e até no Japão. Mais recentemente, em Portugal, José de Guimarães teve um forte envolvimento com a Capital Europeia da Cultura, em Guimarães, que viu nascer o Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG), integrado na Plataforma das Artes e da Criatividade. A própria Imprensa Nacional-Casa da Moeda, assinalou a Capital Europeia da Cultura através da cunhagem de uma moeda comemorativa da autoria do artista plástico. Já em 1990 foi-lhe concedido pelo então Presidente da República Portuguesa, Mário Soares, o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique. Ref. Biog. Dicionário de Pintores e Escultores Portugueses. [pág. 99-100-101] // Michael Tannock. [pág. 102].

Pintura 4.150,0 €
1136.3
Lote 0324

 

ARTUR BUAL (1926-1999)  

COMPOSIÇÃO” – Óleo sobre tela, assinada e datada no canto inferior direito [Bual // 72]. Trabalho com moldura dourada e lacada.

Dim: 65x80 cm (Óleo)

Dim: 81,7x96,7 cm (Moldura)

 

Nota: Artur Mendes de Sousa Bual – Nasceu em Lisboa, em 1926. Foi um dos maiores pintores portugueses da segunda metade do século XX, pioneiro da pintura gestual no nosso país, escultor e ceramista. Frequentou a Escola de Artes Decorativas António Arroio e em 1947 iniciou a sua carreira como pintor. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian em Paris, nos anos 1959/60. A sua primeira exposição individual foi no início dos anos 50. Posteriormente expôs em variados espaços, tais como as Galerias Pórtico e Galeria Diário de Notícias em Lisboa; Galeria Gees van der Geerna Holanda; Galeria do Ayuntamiento de Córdoba, Espanha; Real Senado, Macau e Hong-Kong. Simultaneamente desempenhou outras funções criativas, tendo sido director plástico em diversas obras de teatro levadas à cena no Teatro Experimental de Cascais e do Porto. Foi director gráfico da Revista de Artes e Letras "Catavento" e ilustrou os livros "Instinto Supremo" de Ferreira de Castro e "As Alegres noites de um Boticário" de Miguel Barbosa. Está representado em diversas colecções nacionais e estrangeiras, nomeadamente no Palácio de Justiça de Lisboa, no Centro de Arte Moderna na Fundação Calouste Gulbenkian, no Museu Nacional de Arte Moderna, no Museu Nacional de Arte Contemporânea e na Câmara Municipal da Amadora. Recebeu diversos prémios: Prémio Nacional Sousa Cardoso, na I Bienal de Paris; o 1º Prémio do Salão de Arte Moderna da Junta de Turismo da Costa do Sol; o 2º Prémio do Concurso de Pintura da BP; o Prémio Artes Plásticas 1983; Prémio da Revista "Nova Gente" e Artes Plásticas em 1984. Além disso, em 1997, o pintor foi distinguido com o Prémio Carreira da MAC (Movimento de Arte Contemporânea). Faleceu na Amadora, em 1999.

Ref. Biog. Dicionário de Pintores e Escultores Portugueses. [pág. 256] // Michael Tannock. [pág. 31].

 

Pintura 8.000,0 €
1137.3
Lote 0216

RAUL INDIPWO (1933-2006)

SEM TÍTULO” – Óleo sobre tela, assinado no canto inferior direito [Indipwo]. Trabalho emoldurado

Dim: 65x50 cm (Óleo)

Dim: 82,3x67,7 cm (Moldura)

 

Nota: Raúl José Aires Corte Peres Cruz, conhecido como “Raul Indipwo” – Cantor e pintor, nasceu em Chibia, Angola, a 30 de Novembro de 1933 e faleceu no Barreiro a 4 de Junho de 2006. Em 1959, Indipwo e Milo MacMahon formaram o grupo Duo Ouro Negro, que fez grande sucesso nas décadas 60 e 70, quer em Angola quer em Portugal. Quando Milo MacMahon faleceu em Abril de 1985, Indipwo mudou o seu nome artístico para Raúl Ouro Negro, em homenagem ao colega falecido, passando a vestir-se de branco, a cor do luto em Angola.

 

Pintura 2.500,0 €
1138.3
Lote 0261

FRANCISCO TROPA (1968)

SEM TÍTULO” – [Díptico] Técnica mista sobre papel, sendo um, em tons de vermelho e outro em castanho-claro, sobre fundo branco. Trabalhos assinados na parte inferior do verso das obras, a grafite [Francisco Tropa // 2010]. Molduras em madeira de faia, patinadas em tons de branco.

Dim: 32x32 cm (Díptico direito)

Dim: 32x32 cm (Díptico esquerdo)

Dim: 40,5x40,5 cm (Cada moldura)

 

Nota: Francisco Tropa nasceu em Lisboa, em 1968. Vive e trabalha em Lisboa. Iniciou a sua formação artística no Ar.Co, tendo depois frequentado o Royal College of Art, em Londres (1992), completando o seu percurso formativo como bolseiro da Fundacção Alfred Topfel na Kunstakademie,

Münster, Alemanha (1995-1996). Começou a expor na década de 80 mas é na década seguinte que a sua obra adquire uma projecção nacional e internacional. O seu trabalho utiliza uma grande amplitude de tipologias como a escultura, o desenho, a instalação, fotografia, filme, e a performance. As referências culturais e artísticas modernistas e/ou das vanguardas servem, frequentemente, de ponto de partida no seu trabalho para uma reelaboração crítica da história da arte e das suas relações com outras áreas do conhecimento, através de uma linguagem conceptual. O conceito de espaço é determinante no seu discurso artístico, através da construção de objectos e ambientes que remetem para um inquérito científico, arqueológico ou antropológico sobre o processo criativo, a origem da cultura e da arte. As suas instalações propõem uma experiência introspectiva uma vez que o visitante é confrontado com a questão existencial da transitoriedade, ideia transversal a vários projectos do artista. Tem exposto regularmente em Portugal e no estrangeiro. Em 1997 foi-lhe atribuído o Amstelveen Art Prize, Amsterdão e o Prémio de Desenho da Bienal das Caldas da Rainha em 1998. Das suas exposições destacam-se as realizadas no Museu de Serralves (1998, 2006 e 2010), no Centro de Arte Moderna da FCG (2003) e na Culturgest (2006). Participou nas exposições internacionais da Bienal de São Paulo, de 1999, e da Bienal de Veneza em 2003, tendo sido em 2011 o representante do pavilhão de Portugal.

Pintura 3.000,0 €
1139.3
Lote 0792

JOSÉ DE GUIMARÃES (1939)

SEM TÍTULO”– Técnica mista a cores sobre papel, assinada no canto inferior direito [José de Guimarães]. Obra em bom estado de conservação. Trabalho com moldura em tons de negro.

Dim: 50x32,5 cm (Técnica mista - total do papel)

Dim: 54,8x37,3 cm (Moldura)

 

Nota: José Maria Fernandes Marques, também conhecido pelo pseudónimo José de Guimarães – Pintor e escultor, nasceu em Guimarães a 25 de Novembro de 1939. Realizou os seus estudos elementares na cidade de Guimarães, tendo completado o ensino secundário na cidade de Braga.

Ingressou na Academia Militar e no curso de Engenharia na Universidade Técnica de Lisboa em 1957. Iniciou a sua formação artística no ano seguinte assistindo a aulas de pintura com Teresa Sousa e Gil Teixeira Lopes e estudando gravura na Sociedade Cooperativa de Gravadores Portugueses. Entre 1961 e 1966, viajou pela Europa, conhecendo de perto a obra de antigos mestres (entre os quais Rubens) e concluiu a licenciatura de Engenharia. A sua carreira "definir-se-ia pela descoberta de regiões distantes e incomuns, de África ao Japão, do México à China. Cada uma destas culturas estimulou-o a desenvolver uma linguagem universal e a transmitir um universo imaginário que, afinal, reaviva a memória da própria História portuguesa, feita de enriquecedoras relações com países longínquos. José de Guimarães é considerado um dos principais artistas plásticos portugueses de Arte Contemporânea, tendo uma vasta e notável obra na pintura, escultura e outras actividades criativas, o que faz com que seja dos mais galardoados artistas plásticos Portugueses. Muitas das suas obras estão expostas em diversos museus Europeus, bem como nos Estados Unidos da América, Brasil, Canadá, Israel e até no Japão. Mais recentemente, em Portugal, José de Guimarães teve um forte envolvimento com a Capital Europeia da Cultura, em Guimarães, que viu nascer o Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG), integrado na Plataforma das Artes e da Criatividade. A própria Imprensa Nacional-Casa da Moeda, assinalou a Capital Europeia da Cultura através da cunhagem de uma moeda comemorativa da autoria do artista plástico. Já em 1990 foi-lhe concedido pelo então Presidente da República Portuguesa, Mário Soares, o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique. Ref. Biog. Dicionário de Pintores e Escultores Portugueses. [pág. 99-100-101] // Michael Tannock. [pág. 102].

Pintura 2.500,0 €
1173.2
Lote 0378

ALBUQUERQUE MENDES – (1953)

SEM TÍTULO” – Aguarela e guache sobre papel. Obra assinada na parte inferior, ao centro [Albuquerque Mendes]. Trabalho emoldurado.

Dim: 35,5x51,3 cm (Aguarele e Guache)

Dim: 53x68,8 cm (Moldura)

 

Nota: José Bernardo Albuquerque Mendes – Pintor, nascido em Trancoso no ano de 1953. Artista plástico, um dos mais importantes pintores da geração surgida da década de 1970 e inícios de 1980 e actualmente de grande renome a nível nacional e internacional. O seu percurso inicia-se em Coimbra, onde frequentou o Círculo de Artes Plásticas entre 1970 e 1975. Na década de 1970 surge a primeira performance/ritual em Portugal realizada por Albuquerque Mendes. O artista ganhou grande visibilidade internacional com suas performances, tendo participado em alguns dos mais importantes festivais do género, como na França, no Centro Georges Pompidou, em Paris, e no Simpósio de Lyon, Alemanha, Países Baixos, ao lado de artistas como Joseph Beuys, Wolf Vostell ou Orlan. Integrou o Grupo Puzzle (juntamente com Dario Alves, Armando Azevedo, Gerardo Burmester, Carlos Carreiro, Fernando Pinto Coelho, João Dixo, Graça Morais, Pedro Rocha e Jaime Silva) desde a sua formação, em 1976, até 1980, ano em que cessaram as actividades do grupo enquanto tal. Albuquerque Mendes ocupa um lugar histórico e singular nas artes portuguesas do séc. XX, com centenas de exposições individuais e colectivas em Portugal e no estrangeiro. Exposições Individuais: [1992] Casa do Despacho da Ordem de São Francisco - Porto; [1993] “Aguarelas do Hospital”, Casa Museu Nogueira da Silva - Braga; [1994] Galeria Lídia Cruz - Leiria; [1996] “Céus”, Paço Imperial, Rio de Janeiro - Brasil; [1996] Galeria Assírio e Alvim - Lisboa; [1997] “Sete Pecados Mortais” - Galeria André Viana - Porto; [1997] “No mesmo lugar” – Museu da Inconfidência, Ouro Preto - Brasil; [1997] “Com os Olhos na Solidão”, Galeria Edicarte - Funchal; [1997] “No jardim das Oliveiras”, Galeria Canvas - Porto; [1998] “Ardor”, Museu de Arte Moderna da Bahia, São Salvador - Brasil; [1998] “O Martírio de São Bartolomeu em Trancoso”, Casa Museu Almeida Miranda, Viseu, Portugal e Galeria da Restauração - Porto; [1999] “Via Sacra”, Museu de Arte Moderna do Recife e Centro Cultural de João Pessoa - Brasil; [1999] Galeria Canvas - Porto; [2000] “Salomé” - Galeria Lídia Cruz - Leiria; [2000] “Lágrimas” - Galeria Anna Maria Niemeyer, Rio de Janeiro - Brasil; [2001] “Confesso”, Exposição Antológica, Museu de Arte Contemporânea de Serralves - Porto; [2002] “Estrela Polar”, Galeria Brito Cimino, São Paulo - Brasil; [2002] “Mar, Mãe, Sal, Sol”, Casa Museu Nogueira da Silva, Braga e Casa Municipal de Cultura - Cantanhede; [2004] “Natureza e Crueldade”, Galeria Graça Brandão - Porto; [2005] "Natureza e Crueldade", MAC de Niterói, Rio de Janeiro - Brasil; [2006] "O Tempo de Uma Vida", Galeria Graça Brandão - Lisboa; [2010] "Making of / La Creazione", Igreja de Santo António dos Portugueses Roma - Itália; [2011] "Trancoso, 17 de Marco de 1953", Galeria de Arte do Teatro Municipal da Guarda; [2011] "Eu tenho 58 anos e isso não quer dizer nada", Galeria Graça Brandão - Lisboa; [2012] "den dag manden faldt ned fra himlen i Danmark", Galeria Nuno Centeno - Porto; [2013] "Festim", Galeria Graça Brandão - Lisboa; [2014] "Paradoxos Degenerados: Entre acções, Pensamento e Obras", Carpe Diem Arte e Pesquisa - Lisboa. Exposições Colectivas: [2000] “Colecção do MEIAC”, Fundação D. Luís I - Cascais; [2000] “Accrochage IV”, Galeria Canvas - Porto; [2000] “III Bienal de Arte da Fundação Cupertino de Miranda de Famalicão" - Museu da Guarda; [2000] “Arritmias”, Mercado Ferreira Borges - Porto; [2001] “Arte no Porto no século XX”, Biblioteca Almeida Garrett - Porto; [2001] “A Árvore das Virtudes, a Árvore na Cultura, nas Artes, na Cidade”, Biblioteca Almeida Garrett e Cooperativa Árvore - Porto; [2001] “Porto 60/70, Os Artistas e a Cidade”, Museu de Serralves - Porto; [2001] “O Elogio da Loucura” Hospital Conde Ferreira - Porto; [2001] “O Sangue e as suas metáforas”, Teatro do Campo Alegre - Porto; [2002] “Os quatro elementos”, Casa Municipal de Cultura - Cantanhede; [2003] “Obras Escritas”, Biblioteca Almeida Garrett - Porto; [2005] “Lágrimas”, Exposição integrada no aniversário de Inês de Castro - Coimbra; [2006] “Constelações Afectivas II" - Parte 1 e 2, Galeria Graça Brandão - Lisboa; [2010] "The Painting and the contexts of history of art" Albuquerque Mendes + Djordje Ozbolt, The Mews Project Space - Londres; [2011] "Grupo Puzzle (1976-1981) - Pintura Colectiva = Pintura Individual", Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz. Ref. Biog. Dicionário de Pintores e Escultores Portugueses. [pág. 106] // Michael Tannock. [pág. 107].

Pintura 600,0 €
1174.2
Lote 0764

ALBUQUERQUE MENDES – (1953)

SEM TÍTULO” – Aguarela e guache sobre papel, da série “Pinturas de Mesinha de Cabeceira”. Obra assinada e datada na parte inferior, ao centro [Albuquerque Mendes - 1983?]. Trabalho emoldurado.

Dim: 32,9x40,8 cm (Aguarela e guache)

Dim: 50,4x58,4 cm (Moldura)

 

Nota: José Bernardo Albuquerque Mendes – Pintor, nascido em Trancoso no ano de 1953. Artista plástico, um dos mais importantes pintores da geração surgida da década de 1970 e inícios de 1980 e actualmente de grande renome a nível nacional e internacional. O seu percurso inicia-se em Coimbra, onde frequentou o Círculo de Artes Plásticas entre 1970 e 1975. Na década de 1970 surge a primeira performance/ritual em Portugal realizada por Albuquerque Mendes. O artista ganhou grande visibilidade internacional com suas performances, tendo participado em alguns dos mais importantes festivais do género, como na França, no Centro Georges Pompidou, em Paris, e no Simpósio de Lyon, Alemanha, Países Baixos, ao lado de artistas como Joseph Beuys, Wolf Vostell ou Orlan. Integrou o Grupo Puzzle (juntamente com Dario Alves, Armando Azevedo, Gerardo Burmester, Carlos Carreiro, Fernando Pinto Coelho, João Dixo, Graça Morais, Pedro Rocha e Jaime Silva) desde a sua formação, em 1976, até 1980, ano em que cessaram as actividades do grupo enquanto tal. Albuquerque Mendes ocupa um lugar histórico e singular nas artes portuguesas do séc. XX, com centenas de exposições individuais e colectivas em Portugal e no estrangeiro. Exposições Individuais: [1992] Casa do Despacho da Ordem de São Francisco - Porto; [1993] “Aguarelas do Hospital”, Casa Museu Nogueira da Silva - Braga; [1994] Galeria Lídia Cruz - Leiria; [1996] “Céus”, Paço Imperial, Rio de Janeiro - Brasil; [1996] Galeria Assírio e Alvim - Lisboa; [1997] “Sete Pecados Mortais” - Galeria André Viana - Porto; [1997] “No mesmo lugar” – Museu da Inconfidência, Ouro Preto - Brasil; [1997] “Com os Olhos na Solidão”, Galeria Edicarte - Funchal; [1997] “No jardim das Oliveiras”, Galeria Canvas - Porto; [1998] “Ardor”, Museu de Arte Moderna da Bahia, São Salvador - Brasil; [1998] “O Martírio de São Bartolomeu em Trancoso”, Casa Museu Almeida Miranda, Viseu, Portugal e Galeria da Restauração - Porto; [1999] “Via Sacra”, Museu de Arte Moderna do Recife e Centro Cultural de João Pessoa - Brasil; [1999] Galeria Canvas - Porto; [2000] “Salomé” - Galeria Lídia Cruz - Leiria; [2000] “Lágrimas” - Galeria Anna Maria Niemeyer, Rio de Janeiro - Brasil; [2001] “Confesso”, Exposição Antológica, Museu de Arte Contemporânea de Serralves - Porto; [2002] “Estrela Polar”, Galeria Brito Cimino, São Paulo - Brasil; [2002] “Mar, Mãe, Sal, Sol”, Casa Museu Nogueira da Silva, Braga e Casa Municipal de Cultura - Cantanhede; [2004] “Natureza e Crueldade”, Galeria Graça Brandão - Porto; [2005] "Natureza e Crueldade", MAC de Niterói, Rio de Janeiro - Brasil; [2006] "O Tempo de Uma Vida", Galeria Graça Brandão - Lisboa; [2010] "Making of / La Creazione", Igreja de Santo António dos Portugueses Roma - Itália; [2011] "Trancoso, 17 de Marco de 1953", Galeria de Arte do Teatro Municipal da Guarda; [2011] "Eu tenho 58 anos e isso não quer dizer nada", Galeria Graça Brandão - Lisboa; [2012] "den dag manden faldt ned fra himlen i Danmark", Galeria Nuno Centeno - Porto; [2013] "Festim", Galeria Graça Brandão - Lisboa; [2014] "Paradoxos Degenerados: Entre acções, Pensamento e Obras", Carpe Diem Arte e Pesquisa - Lisboa. Exposições Colectivas: [2000] “Colecção do MEIAC”, Fundação D. Luís I - Cascais; [2000] “Accrochage IV”, Galeria Canvas - Porto; [2000] “III Bienal de Arte da Fundação Cupertino de Miranda de Famalicão" - Museu da Guarda; [2000] “Arritmias”, Mercado Ferreira Borges - Porto; [2001] “Arte no Porto no século XX”, Biblioteca Almeida Garrett - Porto; [2001] “A Árvore das Virtudes, a Árvore na Cultura, nas Artes, na Cidade”, Biblioteca Almeida Garrett e Cooperativa Árvore - Porto; [2001] “Porto 60/70, Os Artistas e a Cidade”, Museu de Serralves - Porto; [2001] “O Elogio da Loucura” Hospital Conde Ferreira - Porto; [2001] “O Sangue e as suas metáforas”, Teatro do Campo Alegre - Porto; [2002] “Os quatro elementos”, Casa Municipal de Cultura - Cantanhede; [2003] “Obras Escritas”, Biblioteca Almeida Garrett - Porto; [2005] “Lágrimas”, Exposição integrada no aniversário de Inês de Castro - Coimbra; [2006] “Constelações Afectivas II" - Parte 1 e 2, Galeria Graça Brandão - Lisboa; [2010] "The Painting and the contexts of history of art" Albuquerque Mendes + Djordje Ozbolt, The Mews Project Space - Londres; [2011] "Grupo Puzzle (1976-1981) - Pintura Colectiva = Pintura Individual", Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz. Ref. Biog. Dicionário de Pintores e Escultores Portugueses. [pág. 106] // Michael Tannock. [pág. 107].

Pintura 600,0 €
0292.3
Lote 0244

ALFINETE DE LAPELA

Em ouro amarelo contrastado (19,2 k) com as respectivas marcas de garantia do toque mínimo 0,800 (ouro) e 0,833 (prata), trabalho português do séc. XX. Corpo recortado e vazado de formato circular, cravejado ao centro por uma pérola, ladeada por quatro (4) granadas, quatro (4) turquesas, oito (8) diamantes em talhe rosa e quatro fiadas com três (3) pérolas de pequenas dimensões. Sinais de uso e faltas de duas (2) pérolas de pequenas dimensões.

Contraste: Cabeça de cão - Vidal Nº 98. Marca de garantia dos objectos constituídos por ouro e prata, respectivamente dos toque mínimos de 0,800 e 0,833, usada na contrastaria do Porto de 1938-1984. Marca de Ourives da Póvoa de Varzim de Miguel da Silva Andrade, registada em 1942 e cancelada em 1975.

Peso total aprox: 9,7 gr.

Diâm: 3 cm

 

Ouro 150,0 €
0558.3
Lote 0347

ANEL DE SENHORA MODERNISTA

Em ouro amarelo contrastado (19,2 k), com as respectivas marcas de garantia do toque 0,800, trabalho português do séc. XX-XXI. Corpo parcialmente facetado, decorado por pedraria translucida. Sinais de uso.

Contraste: Cabeça de veado - Vidal Nº 4093. Marca de garantia do ouro do toque de 0,800, usada na contrastaria do Porto desde 1985. Uma cabeça de veado, voltada para a esquerda, tendo na base o número 800.

Peso total aprox: 14,2 gr.

Med: 16 

Ouro 700,0 €
0559.3
Lote 0282

ANEL DE SENHORA MODERNISTA

Em ouro amarelo contrastado (19,2 k), com as respectivas marcas de garantia do toque 0,800, trabalho português do séc. XX-XXI. Aro liso com partes foscas e polidas, decorado ao centro por faixa recortada, cravejada por pedraria translucida. Sinais de uso.

Contraste: Cabeça de veado - Vidal Nº 4093. Marca de garantia do ouro do toque de 0,800, usada na contrastaria do Porto desde 1985. Uma cabeça de veado, voltada para a esquerda, tendo na base o número 800. Marca de Ourives de Gondomar - Vidal Nº 3806 de José Vicente de Castro Moura Sousa, registada no Porto em 1961 e transferida em 1991 para José Vicente de Castro Moura Sousa, Ld.ª.

Peso total aprox: 4,8 gr.

Med: 14 

Ouro 280,0 €
0560.3
Lote 0276

ANEL DE SENHORA

Em ouro amarelo contrastado (19,2 k), com as respectivas marcas de garantia do toque 0,800, trabalho português do séc. XX-XXI. Aro liso, decorado ao centro por fiada cravejada com nove (9) diamantes em talhe de brilhante com cerca de 0,01 (ct) cada. Sinais de uso.

Contraste: Cabeça de veado - Vidal Nº 4093. Marca de garantia do ouro do toque de 0,800, usada na contrastaria do Porto desde 1985. Uma cabeça de veado, voltada para a esquerda, tendo na base o número 800. Cabeça de Galo - Vidal Nº 4129. Marca aplicada nos artefactos incrustados de pedras preciosas ou pérolas naturais como garantia exclusiva de haverem sido pagos os emolumentos de joalharia correspondentes à espécie de metal do artefacto, usada na contrastaria do Porto desde 1985. Uma cabeça de galo, voltada para a esquerda. Marca de Ourives do Porto - Vidal Nº 4885 de Manuel Salvador Gonçalves, Ld.ª, registada em 1985.

Peso total aprox: 5,4 gr.

Med: 18 

Ouro 280,0 €
0561.3
Lote 0319

ANEL DE SENHORA

Em ouro amarelo contrastado (19,2 k), com as respectivas marcas de garantia do toque 0,800, trabalho português do séc. XX-XXI. Aro liso, decorado ao centro por faixas recortadas e vazadas de movimento entrançado, cravejadas com trinta e três (33) navetes. Sinais de uso.

Contraste: Cabeça de veado - Vidal Nº 4093. Marca de garantia do ouro do toque de 0,800, usada na contrastaria do Porto desde 1985. Uma cabeça de veado, voltada para a esquerda, tendo na base o número 800. Cabeça de Galo - Vidal Nº 4129. Marca aplicada nos artefactos incrustados de pedras preciosas ou pérolas naturais como garantia exclusiva de haverem sido pagos os emolumentos de joalharia correspondentes à espécie de metal do artefacto, usada na contrastaria do Porto desde 1985. Uma cabeça de galo, voltada para a esquerda. Marca de Ourives do Porto - Vidal Nº 4660 de Ferreira Marques & Irmão, Ld.ª, registada em 1974.

Peso total aprox: 5,9 gr.

Med: 16 

Ouro 680,0 €
0563.3
Lote 0752

ANEL DE SENHORA

Em ouro branco contrastado (19,2 k), com as respectivas marcas de garantia do toque 0,800, trabalho português do séc. XX-XXI. Aro liso de topo recortado e vazado, decorado por corações, cravejados no seu total com quarenta (40) diamantes em talhe de brilhante com cerca de 0,01 (ct) cada. Sinais de uso.

Contraste: Cabeça de veado - Vidal Nº 4093. Marca de garantia do ouro do toque de 0,800, usada na contrastaria do Porto desde 1985. Uma cabeça de veado, voltada para a esquerda, tendo na base o número 800.

Peso total aprox: 14,2 gr.

Med: 18 

Ouro 850,0 €
0564.3
Lote 0686

ANEL DE SENHORA

Em ouro branco contrastado (19,2 k), com as respectivas marcas de garantia do toque 0,800, trabalho português do séc. XX. Aro liso, trespassado por mesa oval, cravejada com vinte e dois (22) diamantes em talhe de brilhante com cerca de 0,02 (ct) cada. Sinais de uso.

Contraste: Cabeça de veado - Vidal Nº 4092. Marca de garantia do ouro do toque de 0,800, usada na contrastaria de Lisboa desde 1985. Uma cabeça de veado, voltada para a esquerda, tendo na base o número 800.

Peso total aprox: 9,9 gr.

Med: 15

Ouro 600,0 €
0565.3
Lote 0234

ANEL DE SENHORA

Em ouro amarelo contrastado (14 k), com as respectivas marcas de garantia do toque 585, trabalho português do séc. XX-XXI. Aro liso com términos em voluta, cravejados por dezasseis (16) navetes, encimadas por faixa recortada em [S], cravejada com dezassete (17) diamantes em talhe de brilhante, tendo os mais pequenos cerca de 0,02 (ct) cada e os maiores 0,05 (ct) cada. Sinais de uso.

Contraste: Andorinha - Vidal Nº 4096. Marca de garantia do ouro do toque 0,585, aplicada em artefactos para exportação, usada na contrastaria de Lisboa desde 1985. Cabeça de Pelicano - Vidal Nº 4126. Marca aplicada nos artefactos de ourivesaria importados por entidades não matriculadas e em artefactos que se desconhece o responsável pelo fabrico, usada na contrastaria de Lisboa desde 1985. Uma cabeça de pelicano voltada para a direita.

Peso total aprox: 5,5 gr.

Med: 14

 

Ouro 450,0 €

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