Leilão Dezembro 2018

Arte Sacra, Mobiliário, Pratas e Ouro, Porcelanas, Faianças, Pintura, Biblioteca, Vinhos e Objectos de Coleccionismo.

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Horários

Exposição
Dias 6,7 e 8 de Dezembro das 15:00/20:00 - 21:00/24:00
Dia 9 de Dezembro das 15:00/19:00
Leilão
1ª Sessão 11 de Dezembro 2018 ás 21:00
2ª Sessão 12 de Dezembro 2018 ás 21:00
3ª Sessão 13 de Dezembro 2018 ás 21:00
 

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Lote 0261

Leilao: Leilão Dezembro 2017
Categoria: Pintura
Preco Base: 3.000,0 €

FRANCISCO TROPA (1968)

SEM TÍTULO” – [Díptico] Técnica mista sobre papel, sendo um, em tons de vermelho e outro em castanho-claro, sobre fundo branco. Trabalhos assinados na parte inferior do verso das obras, a grafite [Francisco Tropa // 2010]. Molduras em madeira de faia, patinadas em tons de branco.

Dim: 32x32 cm (Díptico direito)

Dim: 32x32 cm (Díptico esquerdo)

Dim: 40,5x40,5 cm (Cada moldura)

 

Nota: Francisco Tropa nasceu em Lisboa, em 1968. Vive e trabalha em Lisboa. Iniciou a sua formação artística no Ar.Co, tendo depois frequentado o Royal College of Art, em Londres (1992), completando o seu percurso formativo como bolseiro da Fundacção Alfred Topfel na Kunstakademie,

Münster, Alemanha (1995-1996). Começou a expor na década de 80 mas é na década seguinte que a sua obra adquire uma projecção nacional e internacional. O seu trabalho utiliza uma grande amplitude de tipologias como a escultura, o desenho, a instalação, fotografia, filme, e a performance. As referências culturais e artísticas modernistas e/ou das vanguardas servem, frequentemente, de ponto de partida no seu trabalho para uma reelaboração crítica da história da arte e das suas relações com outras áreas do conhecimento, através de uma linguagem conceptual. O conceito de espaço é determinante no seu discurso artístico, através da construção de objectos e ambientes que remetem para um inquérito científico, arqueológico ou antropológico sobre o processo criativo, a origem da cultura e da arte. As suas instalações propõem uma experiência introspectiva uma vez que o visitante é confrontado com a questão existencial da transitoriedade, ideia transversal a vários projectos do artista. Tem exposto regularmente em Portugal e no estrangeiro. Em 1997 foi-lhe atribuído o Amstelveen Art Prize, Amsterdão e o Prémio de Desenho da Bienal das Caldas da Rainha em 1998. Das suas exposições destacam-se as realizadas no Museu de Serralves (1998, 2006 e 2010), no Centro de Arte Moderna da FCG (2003) e na Culturgest (2006). Participou nas exposições internacionais da Bienal de São Paulo, de 1999, e da Bienal de Veneza em 2003, tendo sido em 2011 o representante do pavilhão de Portugal.

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